Sou filha biológica do protagonista masculino, mas quero morar com o segundo protagonista masculino!
FUTURA!

Sou filha biológica do protagonista masculino, mas quero morar com o segundo protagonista masculino!

 

Num mundo onde mal-entendidos cruéis podem ser letais, nossa heroína nasce em meio à tragédia. Rotulada como “aquela mulher que abandonou o filho”, ela é forçada a fugir no momento do parto — e o bebê, deixado para morrer de fome, falece em sua ausência. Reencarnada como aquela mesma criança abandonada, ela se recusa a aceitar o mesmo destino trágico novamente.

 

Determinada a não morrer de fome enquanto os “verdadeiros” protagonistas seguem para seu próprio final feliz, ela sai furiosa — apenas para ser prontamente “sequestrada” pelo charmoso herói secundário.

 

“Volte para casa — por enquanto”, ele insiste.

“Eu não vou voltar! Eu fugi!”, ela retruca.

“Não para a sua casa — para a minha casa.”

 

Atirada na boca do leão, ela se fortalece com o velho ditado: “Mesmo que você esteja cercada por tigres, você sobreviverá se mantiver a cabeça no lugar”. Mais fácil falar do que fazer…

 

Porque este covil de tigres tem o seu próprio tipo de hospitalidade selvagem:

 

“Mabel, olha! Fiz um casaco para você com a lã do meu rabo. Como eu me classifico como o melhor herói, hein?”

“Você está tentando me derreter de tanta fofura? Vem cá — deixa eu te refrescar; afinal, eu sou uma cobra.”

“Reúnam-se para ouvir a história de como lutei contra dezessete inimigos hoje para resgatar Sua Alteza!”

“Ó grande Santo da Alquimia, por favor, compartilhe sua sabedoria divina com seu humilde servo!”

 

Em vez de um antro de perdição, esta casa implacável parece estranhamente um lar. E então ela percebe…

 

[Dormimos juntos. De mãos dadas.]

[Estou grávida. Do filho dele.]

[Na minha barriga.]

[Você deve assumir a responsabilidade.]

 

…Espere, você é homem, certo?

 

[Responsabilidade.]

 

Sim, você é homem—

 

[Responsabilidade.]

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