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A Encantadora Caçula no Programa de Criação de Filhos

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Capítulo 21

A Encantadora Caçula no Programa de Criação de Filhos

A Encantadora Caçula no Programa de Criação de Filhos

Capítulo 21


⭑✧⁺⁎ ⁎⁺✧⭑ ✨ the youngest member filming a parenting show is (21) ✨ ⭑✧⁺⁎ ⁎⁺✧⭑

tradução: (manteiga)
revisão: (Daniel)

━━━━━━━━✦❘༻021❘✦━━━━━━━━

nenhum pai desgostaria de ver seu filho se destacar.

no entanto, nesta geração, a competição pelo cargo de vice-representante da turma estava mais acirrada do que nunca.

o motivo? era por causa de violet.

a atual chefe adjunta da família, violet, era a única solteira entre os quatro filhos de galizard e já havia declarado que não tinha intenção de se casar no futuro.

nesse caso… seria possível que uma criança excepcional fosse adotada como filha ou filho de violet e assumisse a posição de chefe da família?

fosse por razões emocionais, como a solidão na velhice, ou pela criação de uma base de poder dentro da família, não era uma especulação totalmente sem fundamento.

os filhos nascidos ou adotados pelos irmãos de galizard, conhecidos como ramos colaterais, sonhavam com essa possibilidade.

tornar-se filho da chefe da família mudaria drasticamente sua situação financeira.

a qualidade de vida deles alcançaria um nível completamente novo, e esses benefícios se estenderiam também aos pais biológicos.

por isso, todos esperavam que seu filho usasse o distintivo de vice-representante da turma.

embora violet nunca tivesse declarado explicitamente que adotaria alguém, ela também nunca descartou a ideia, totalmente consciente do clima dentro da família.

em vez disso, parecia adotar uma abordagem de “esperar para ver”.

ao não se casar, ela deixava uma lacuna na linhagem e usava isso para controlar as ambições dos ramos colaterais.

na superfície, parecia uma atitude branda, mas, na realidade, era uma tática psicológica altamente calculada. envolvia manipular os desejos das pessoas.

e cecilia detestava violet com todas as suas forças.

“no fim das contas, assim que leviwood se tornar o chefe da família, tudo será meu.”

em um quarto decorado predominantemente em tons de azul, conferindo-lhe uma aparência pálida, quase fantasmagórica, cecilia ordenava a uma empregada que afiásse suas unhas em pontas, rangendo os dentes de frustração.

“mesmo assim, não suporto a ideia de uma hipócrita como ela se tornar a chefe da família. eu gostaria de simplesmente derrubar a atual chefe adjunta!”

“ou talvez se a atual chefe adjunta morresse.”

uma resposta suave veio de trás dela. era seu marido, bernstein crighton, que falava enquanto massageava gentilmente seus ombros, cuidando para não irritá-la.

“você já pensou no que eu sugeri antes?”

“isso não serve. a única que quero eliminar é violet. você pretende lançar toda pashayen no caos?”

cecilia arregalou os olhos diante da sugestão dele, fazendo bernstein recuar imediatamente.

“isso mesmo. então, o que faremos agora?”

“primeiro, leviwood precisa voltar.”

enquanto isso, mikard, filho de diegon, estava encarregado das operações de defesa.

nas montanhas de radum, do outro lado do rio em relação à capital de pashayen, sua missão era identificar e eliminar os “homens-sombra” disfarçados de aldeões em cidades próximas, além de derrubar espiões de velarion.

por outro lado, o filho de cecilia, leviwood, recebia uma missão mais arriscada e sigilosa.

aproveitando sua aparência jovem, leviwood se disfarçava e se infiltrava no território de velarion para coletar informações. ele estava prestes a retornar.

a quantidade de mérito que leviwood acumulasse determinaria enormemente a posição de cecilia na família.

“então, talvez eu consiga falar com o pai e pedir uma missão importante para mim.”

a astuta violet continuava interceptando missões no meio do caminho.

por causa disso, cecilia não havia recebido nenhuma tarefa significativa nos últimos três anos. naturalmente, também não tinha como ganhar mérito.

‘bernstein não é de pashayen. por isso ele continua sugerindo absurdos como encenar uma guerra territorial para assassinar violet.’

na verdade, essa seria a rota mais fácil.

cecilia sabia disso também. o poder que ela possuía só era útil em batalhas de grande escala, como guerras territoriais.

‘mas os riscos são altos demais. os danos ao território… sinceramente, tudo bem, vamos deixar isso de lado. se o pai descobrir a verdade, estou acabada.’

naquele momento, uma empregada acidentalmente espetou o dedo de cecilia.

enfurecida, cecilia balançou a mão e deu um tapa na bochecha da empregada.

“saia! sua inútil!”

“e-eu peço desculpas.”

“eu disse, saia agora!”

além de leviwood, não havia uma única pessoa nesta casa que a satisfizesse.

depois de ferver de raiva por um tempo, cecilia encontrou o olhar de bernstein, que estava ajoelhado diante dela.

“o que foi? o que é agora?”

“nada. só pensei que, mesmo quando está brava, você é linda.”

“que besteira está falando agora?”

“você é tão adorável que eu poderia morrer.”

bernstein sabia exatamente como acalmar o temperamento explosivo de cecilia.

gentilmente, ele a persuadiu e apaziguou até conseguir tranquilizá-la.

“bem, de qualquer forma, as coisas ficaram complicadas. quem diria que aquele plebeu convocaria o rei espírito?”

“deveríamos tê-lo trazido para nossa família.”

“exatamente. ricardo… aquele garoto só tinha inveja do irmão e não deu em nada.”

o excepcional leviwood e angela, que nem tem lugar para ficar.

ainda assim, angela era bonita, e cecilia planejava usá-la em um casamento arranjado para expandir sua influência.

com isso em mente, cecilia não poupava esforços para apoiar angela também.

mas ricardo? ele era um completo fracasso.

melhor do que nada, claro, mas, se soubesse o quão inútil ele seria, não teria se dado ao trabalho de adotá-lo!

se não tivesse feito isso, poderia ter trazido aquele plebeu para a família desta vez.

“falando em ricardo, ceci, a família daquele lado continua apresentando reclamações.”

“o quê?”

“eles não conseguem tolerar como a adoção do plebeu manchou a posição deles. estão pedindo que intervenhamos.”

cecilia franziu profundamente a testa ao ouvir as palavras do marido.

seu desejo queimava.

se não pudesse fazer aquilo ser seu, preferiria destruí-lo.

mas ‘shupetty pashaye’ era o bem mais valorizado por seu pai no momento.

se agisse mal, enfrentaria consequências severas.

“não, ignore.”

“hmm.”

“se não é permitido, aceite que não é permitido. pelo menos até que haja prova de que é inútil.”

“mas, pelo que ouvi… angela chorou por causa dessa criança.”

bernstein tinha uma língua afiada.

com olhos semicerrados e nariz empinado, seu rosto inferior afilado lhe dava uma aparência de roedor, condizente com sua natureza astuta.

ele fingia ser diferente no cotidiano.

bernstein escolhia cuidadosamente as palavras, sempre dizendo apenas o que provocaria a ira de cecilia.

“angela foi a primeira a usar tranças gêmeas. como irmã mais velha, não seria melhor se a mais nova cedesse? mas aquela plebeia insistiu em mantê-las.”

“o quê?”

“e ainda por cima, o novo vestido dela foi completamente arruinado, coberto de farinha por todo lado. ela estava chorando ao me contar, e, como pai, isso realmente partiu meu coração.”

bernstein nunca dava ordens diretas a cecilia.

ele apenas rodeava o assunto com palavras até que ela agisse por conta própria.

“mas, como o chefe da família nos instruiu diretamente a ‘resolver isso’, não temos outra escolha.”

crrrk.

antes mesmo que ele terminasse de falar, cecilia arranhou o braço do sofá com as unhas.

seu cabelo azul-marinho, que carregava o sangue da medusa por parte de sua bisavó, se eriçou fio a fio.

em um instante, as mechas se entrelaçaram e se torceram em formas de serpentes.

“uma mera plebeia ousa me desafiar em uma batalha de orgulho?”

“não se irrite tanto, ceci. provavelmente elas só ‘não sabem’ melhor ainda. se ‘ensinarmos’, elas entenderão.”

enquanto bernstein sussurrava calmamente de olhos fechados, as serpentes sibilaram ameaçadoramente, com as bocas abertas em sinal de ameaça.

os olhos de cecilia ficaram negros, as partes brancas substituídas por um vazio escuro, enquanto suas pupilas se tornaram pálidas. ela tremia de fúria.

‘não posso deixar isso passar. preciso ensinar uma lição a elas.’

sua autoestima já estava ferida porque angela não podia frequentar os campos de treinamento dos sucessores. e agora essa bobagem trivial?

“chame angela! é importante estabelecer limites enquanto ainda são jovens. mesmo que sejam despertados, deve haver um senso de hierarquia. como ousa uma plebeia…!”

ironicamente, a própria cecilia não demonstrava respeito algum por sua irmã, violet, a chefe adjunta da família.

mas ela era generosa e indulgente consigo mesma, então tal pensamento nunca passava por sua mente.

“como desejar, minha senhora.”

bernstein, ainda com os olhos fechados, levantou-se silenciosamente e saiu da sala, fechando a porta atrás de si.

só então abriu os olhos — mas, com seu hábito de semicerrá-los, não fazia muita diferença.

esse era o motivo de ele ter sido escolhido como marido de cecilia.

os dois não eram ligados por amor; o casamento deles era um arranjo político.

‘ou talvez nem isso mais.’

enquanto bernstein caminhava pelo corredor, sua sombra se estendia longa.

às vezes era a sombra de uma pessoa, às vezes não.

ela mudava de forma repetidamente, despercebida por qualquer um.

Continua….

🍓; isso destaca leviwood como alguém notável, talentoso ou excepcional de alguma forma e sugere que angela está em uma posição baixa ou sem poder, possivelmente carecendo de reconhecimento, status ou oportunidades.

a expressão “língua de prata” refere-se a alguém excepcionalmente persuasivo ou eloquente em seu discurso. uma pessoa com “língua de prata” é capaz de usar as palavras de forma eficaz para encantar, convencer ou influenciar os outros, muitas vezes com facilidade.

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