Capítulo 3: Hora do Banho (Parte 3)
Ele repreendeu Lizbeth enquanto a explorava com os dedos. Lizbeth estremeceu quando os dedos dele a sondaram em movimentos circulares. Bieren retirou os dedos ligeiramente, depois os empurrou de volta, repetindo o movimento. A cada vez que seu dedo deslizava sob a abertura que se contraía, Lizbeth era tomada por uma onda de prazer em meio à fricção e ao calor.
“Até mesmo um simples toque com os dedos já faz você mexer os quadris de um jeito tão lascivo.”
Ele franziu a testa e enfiou mais um dedo na intimidade de Lizbeth. Lizbeth sabia muito bem que agora havia dois dedos dentro dela. Enquanto os dedos dele acariciavam suas paredes quentes e úmidas, ela se esforçava para abrir mais as coxas. Involuntariamente, Lizbeth agarrou o ombro nu dele e balançou a cabeça, implorando.
“Isso está me destruindo… Vou me despedaçar…”
“Por que rasgaria se você está lidando tão bem com isso?”
Bieren perguntou enquanto retirava os dedos lentamente antes de os empurrar de volta com força. O corpo de Lizbeth se contorceu incontrolavelmente. Incapaz de se conter, ela pressionou os seios contra o nariz e os lábios dele. Ela se contraiu novamente e gemeu quando a língua dele roçou seus mamilos, que saltavam diante de seus olhos.
“Oh, sim, hum…”
“Parece que você desenvolveu um gosto por ser amamentada por um homem. Só de chupar seus próprios seios, sua vagina já fica mais apertada.”
“Não, hmmm, ooh, ahh!”
“Sua vagina está tão cheia de esperma. Parece que um homem ejaculou em você, mesmo sem ninguém ter feito isso.”
Bieren curvou o dedo dentro de Lizbeth, raspando o sêmen que a preenchia. Enquanto seu orifício se esticava ao máximo, Lizbeth tremia a cada toque de seus dedos. Seu clitóris inchado pulsava, e o sêmen escorria dela como um rio, criando uma visão hipnotizante.
“Quão mais inchados ficariam seus seios se você tivesse um filho? A visão dos seus seios balançando seria magnífica.”
Enquanto movia os dedos, Bieren também a violentava com a boca. Em sua imaginação, Lizbeth balançava os seios inchados, pingando leite, quicando em seu pênis e rebolando os quadris. Mesmo sendo apenas uma humilde serva, a visão de seus seios pingando leite era inegavelmente excitante. Ele não conseguiu mais resistir à sua sede; puxou os quadris dela para mais perto e pressionou os lábios firmemente contra sua vagina.
“Agh, oh, hmm, ugh!”
No instante em que Bieren pressionou os lábios contra a vagina inchada de Lizbeth, ela agarrou seus cabelos. Ela nem teve tempo de pensar em como era rude um servo agarrar os cabelos de seu mestre. Ela apenas se contraiu como alguém pego na onda de prazer que se agitava violentamente sob ela.
“P-por favor, ai, pare…”
Suas palavras foram abafadas por gemidos. Seus olhos se vidraram enquanto os dedos dele deslizavam para dentro e para fora, lambendo sua vagina que se contraía e sugando as dobras de sua vulva até que ela soltasse um grito. Quando Bieren usou a língua para acariciar as dobras da vulva e depois chupou o clitóris inchado com os lábios, Lizbeth agarrou sua cabeça com força. À medida que o prazer a invadia, lágrimas de prazer brotaram em seus olhos.
“Ah, não, pare, ai, eu não consigo, por favor…”
Bieren não tinha a menor intenção de ouvir os apelos de sua criada. Lizbeth estava tão dominada pelo prazer que acabou soluçando e se agarrando a ele. Bieren se deliciava com o prazer de levar sua criada, que o excitava incessantemente, a um prazer lascivo. Ele não conseguia se desvencilhar de seus gemidos crescentes de prazer, do aperto cada vez mais forte em seus dedos, ou da doçura entre suas pernas. Mesmo que fosse urina escorrendo entre elas, ele a engoliria.
“Humph, ooh, chega, ah!”
Lizbeth apertou os dedos dos pés com força, reprimindo um gemido. Apesar de seus esforços contínuos para afastá-lo, o lascivo senhor da casa não se moveu. O homem, com a força de seu físico robusto, sentiu o toque frágil da criada que o empurrava. Até mesmo aquele toque lhe pareceu um estímulo. Ele aumentou o ritmo, sugando e provocando o clitóris inchado aninhado entre as coxas da criada, aplicando mais pressão abaixo.
“Ai, não, ah, meu senhor, por favor!”
Lizbeth não conseguiu mais se conter e liberou um fluido transparente, fazendo com que Bieren retirasse rapidamente os dedos de sua vagina. O jato de líquido espirrou na banheira, produzindo um som nítido. Todo o fluido de excitação que não atingiu a superfície foi parar na boca de seu mestre. Ele saboreou o doce e picante de seu sêmen. Quando seu olhar encontrou os olhos turvos de Lizbeth, nublados de prazer, uma sensação de satisfação o invadiu.
“Que criada audaciosa, gozar na boca de seu senhor.”
Bieren falou devagar, olhando para a criada. Ele não a soltara, pelo contrário, a apertava com mais força. A cada insulto que proferia, sentia uma crescente sensação de satisfação dentro de si. Não havia maior prazer do que ver o rosto dela corar intensamente com suas palavras e seus gestos vacilarem. O rosto de Lizbeth, banhado em lágrimas, avermelhava-se ainda mais enquanto ela tremia, suas coxas se contraindo. Ela gaguejou, baixando a cabeça.
“Me perdoe… Me desculpe…”
Ela tentou dar um passo para trás, mas suas pernas cederam. A sensação de formigamento entre as pernas transformou-se em ondas lentas que a envolveram completamente. Enquanto ela escorregava para dentro da banheira, ele a puxou pela cintura para ampará-la.
“Ah, você… você devia falar logo… você devia…”
Lizbeth, ainda recuperando o fôlego, levou a mão ao canto da boca de Bieren, incitando-o a cuspir. Ela não ousou encará-lo, virando o rosto enquanto lhe oferecia a mão. Ele puxou seu queixo para que ela o encarasse.
“Olhe para mim diretamente. Quem é o seu mestre?”
“Lorde Bieren, você é… meu mestre…”
Ela respondeu, com os olhos marejados de lágrimas, fitando-o. Ele não entendia como o rosto de uma criada chorando podia ser tão belo. Seus olhos estavam tão vermelhos; ela parecia prestes a desabar em lágrimas a qualquer momento. Bieren passou a língua pelos cantos dos olhos de Lizbeth.
“Então, até mesmo o que você cospe entre as pernas me pertence.”
“Eu… eu jamais ousaria ser tão desrespeitoso…”
Lizbeth fungou, sem conseguir conter as lágrimas, e falou com a voz embargada. Era terrivelmente constrangedor para ela ter profanado a boca dele enquanto sentia prazer e era incapaz de controlar seus desejos. E o fato de ter sido inegavelmente bom só aumentava sua vergonha. Bieren sussurrou preguiçosamente enquanto olhava para Lizbeth.
“Parece que você sabe que o que você espalhou aí embaixo é xixi. Você saberia se chupasse minha língua.”
“Como… como eu poderia chupar sua… língua…”
Lizbeth ouviu as palavras dele e gaguejou enquanto as lágrimas cessavam. Envergonhada, seu olhar recaiu sobre os lábios do patrão. Ela queria separar os lábios dele para ter certeza de que ele não havia realmente engolido o xixi. Bieren ordenou à criada hesitante que o beijasse.
“Abra a boca.”
Relutantemente, Lizbeth abriu lentamente a boca ao comando dele. Ele babou na pequena boca entreaberta da criada. Um jato espesso e transparente escorreu e se prendeu à sua língua vermelha. Ele pensou que seria muito bonito ejacular na língua da criada e deixá-lo ali.
“Engolir.”
Ao ouvir a ordem, Lizbeth sentiu um nó na garganta. Lágrimas de alívio encheram seus olhos ao perceber que não havia sido rude. Bieren perguntou calmamente:
“Qual é o gosto?”
“Eu… eu não tive a intenção de ofender.”
Ela murmurou algo com uma mistura de alívio. Sem dizer uma palavra, ele puxou-a pela cintura e esfregou o pênis ereto contra a barriga lisa dela. Lizbeth sentou-se no colo dele, olhando para o pênis flácido pressionando sua barriga e chamando-o, envergonhada.
“Meu Senhor…”
“Você deveria me chamar de ‘mestre’.”
Bieren instruiu Lizbeth enquanto falava com a audaciosa criada. “Mestre.” Não era um título pomposo, mas quando saiu dos lábios da criada, ele se perdeu em uma excitação incontrolável. Era como se ele fosse realmente o dono do que estava entre as pernas dela.
“O que mais poderia ser um homem que lambe sua vagina e esfrega o pênis em você, senão seu mestre?”
Ele falava enquanto estimulava a região sensível do baixo abdômen da empregada. Lizbeth se contorcia a cada estocada, a cada palavra obscena. Ela se sentia como se estivesse se afogando em um poço de sensações, escrava do prazer. Se era algo que aquele homem lhe oferecia, ela estava disposta a aceitar qualquer coisa.
“Hum, Mestre…”
Enquanto Lizbeth o chamava de “mestre” mais uma vez, ele ejaculou sobre a barriga da empregada. O jato de sêmen formou um espetáculo lascivo, com algumas gotas escorrendo pelos seios e mamilos de Lizbeth. Ele apertou e torceu seus mamilos, murmurando preguiçosamente.
“É uma pena que não saia leite.”
É claro que ele não tinha intenção de engravidá-la. Não desejava ter um filho com ela, por mais bela que fosse a criada em seus braços. Ele gozaria repetidamente enquanto pudesse domar seu orifício apertado e penetrá-la, mas ela seria apenas um instrumento para sua luxúria. Ela sempre seria uma jovem e bonita criada com quem ele poderia brincar.
Bieren ignorou sua própria excitação crescente ao perceber o olhar afetuoso da empregada em sua direção.
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