Capítulo 5: O Propósito da Empregada (Parte 2)
“Você precisa levantar mais o bumbum. Você já sabe como receber um pau, não sabe?”
Bieren ordenou, agarrando Lizbeth pela cintura e puxando-a para cima. Conforme suas nádegas subiam, seu tronco deslizava naturalmente pela parede. Ela, por reflexo, agarrou os cipós com a ponta dos dedos para não cair. Mesmo assim, a diferença de tamanho entre um homem grande e uma criada esbelta significava que ele precisava dobrar os joelhos para penetrá-la. Apontando a glande para a entrada da vagina dela, ele esfregou e então a empurrou para dentro, um gemido escapando de seus lábios.
“Caramba, você está apertando com tanta força…”
Conforme a tensão se intensificava em torno de seu pênis, ele sentiu uma vontade enorme de rebolar como um louco, mas era diferente de quando a provocava com os dedos ou as coxas. No instante em que enfiou o pênis naquela vagina úmida e estreita que ele só havia explorado com a ponta dos dedos, sentiu-se inundado de sensações.
“Ah, é grande, é, oh…”
Lizbeth arquejou enquanto apertava a parte inferior do abdômen. No instante em que o pênis do homem entrou nela, sentiu a respiração falhar. A pressão do que a pressionava entre as pernas agora era completamente diferente de quando ele deslizou três dedos por baixo dela. Suas coxas tremiam involuntariamente pelo esforço de contraí-las, mas o pênis dele continuava entrando e saindo. Lizbeth tremia de medo enquanto murmurava.
“Mestre, por favor, só um pouquinho, hmmm, tire, por favor, tire, ah….”
“Não é como se este fosse o primeiro pênis que você recebe hoje, você ainda está implorando por misericórdia com tanta audácia?”
Bieren a repreendeu com ferocidade, os dentes cerrados, mas a criada que se debatia em seus braços era pequena demais para que ele fosse mais rude. Ele não se retirou, nem se moveu com mais força; apenas continuou a empurrar o pênis para dentro dela. Lizbeth continuou a sentir o pênis entrando, lembrando-se de como ele a preenchera até acima do umbigo quando ele o empurrara contra suas coxas. Parecia que sua barriga iria se projetar para fora se o pênis penetrasse mais fundo. Lizbeth gemeu enquanto se contorcia.
“Se você continuar entrando, e minha barriga… pode se rasgar…”
“Você ainda está fazendo sons infantis.”
A voz de Bieren baixou ainda mais. Ele estava excitado com os sons infantis que Lizbeth ainda emitia.
Maldita seja ela.
Ele cerrou os dentes e enfiou o pênis todo, percebendo que Lizbeth talvez estivesse fazendo a mesma coisa com outro homem. Nesse instante, os quadris de Lizbeth se ergueram bruscamente e ela gemeu.
“Ah, hng!”
“Eca…”
Bieren gemeu ao sentir as contrações internas da empregada. Era como se o interior dela estivesse sugando seu pênis, como se quisesse puxá-lo para fora. Ele sentiu como se sua mente fosse ser dominada pela sensação de seu pênis penetrando o interior apertado de Lizbeth, enquanto o sangue de seu corpo corria para o seu membro. Ele ejaculou dentro de Lizbeth com uma explosão que durou um longo tempo.
“Haa….”
“Humph…”
Lizbeth gemeu ao sentir o homem ejacular atrás dela. Bieren costumava fazer ruídos de respiração ofegante como esse quando gozava. Ela finalmente o tomou entre as pernas e começou a perceber que acabara de ter sua primeira experiência com ele. Seu pênis estava totalmente contra seu períneo, enorme, completamente dentro, jorrando sêmen por todo o meu corpo.
“Ha, argh!”
Lizbeth pensou que o ato finalmente havia terminado. No entanto, Bieren retirou o pênis apenas para penetrá-la novamente. Sua visão turvou por um instante antes de retornar. O pênis deslizou para fora e, em seguida, penetrou com força, a glande rígida perfurando suas delicadas paredes internas e fazendo-a lacrimejar. Ele a agarrou pela cintura e a puxou para cima, suas pernas tremendo como se seus joelhos fossem ceder.
“Vai ser um longo caminho para retirar todo esse sêmen.”
“Sh, huu, ugh, ah, huu!”
Finalmente, a pequena criada recebeu o pênis do seu patrão. Após um longo período de paciência, Bieren não tinha intenção de deixá-la ir, não quando a viu rindo com outro homem. Ele ergueu a cintura da criada, pressionando seu torso rígido contra as costas dela. Apenas inseri-lo dentro de Lizbeth foi o suficiente para levá-lo ao clímax, o que o enfureceu ainda mais.
“Para quem mais você já abriu essa sua buceta apertadinha?”
Bieren cuspiu palavras ferozes enquanto empurrava e penetrava a cintura de Lizbeth. Ela se contorcia como se fosse cair com uma única estocada, e ele a prensou contra a parede, enfiando seu pênis nela com força. A cada estocada, os quadris de Lizbeth se moviam e sua barriga se contraía como se o interior de sua vagina estivesse gemendo.
Essa sensação era nova para ela.
“Estou perguntando quem mais já transou com a sua buceta.”
“Mestre… Ahh… Por favor…”
Lizbeth soluçava, o rosto molhado de prazer, presa entre ele e a parede. Cada investida do pênis descomunal parecia esmagar suas entranhas. Sua vagina estava tão escancarada que ela se perguntava se não se rasgaria com o calor da fricção. Enquanto se debatia, o mestre a provocava com obscenidades e questionava a presença do outro homem.
“Mestre… Ahh…”
Quanto mais a criada trêmula o chamava, mais sua excitação aumentava. Ele não conseguia acreditar, não queria acreditar, que ela, que gritava como se não soubesse de nada além dele, tivesse flertado com outro homem na sua frente. Só de pensar nela abrindo as pernas para outro homem, um calor se instaurava em seu couro cabeludo, e ele desejava liberar toda a sua raiva fervente.
“Se você tem a audácia de abrir as pernas para o seu amante, mesmo depois de se enterrar no sêmen do seu mestre, eu deveria tê-la trancado no seu quarto há muito tempo.”
Bieren cuspiu seus arrependimentos passados. Todos os dias, ele manchava as roupas íntimas da empregada com seu sêmen. Ele ejaculava entre as coxas dela e a obrigava a usar calcinha para conter o líquido, e ainda assim… mesmo naquele estado… ela ria descaradamente na frente de outros homens. As pernas de Lizbeth finalmente tremeram, pois ela não suportava a estimulação do pênis penetrando-a com ferocidade.
“Ah, ah, ah…”
Era o clímax. Bieren rangeu os dentes ao ver lascivamente a empregada, que gritara que era demais para suportar, chegando ao orgasmo com o pênis dele dentro dela. Quando ele se retirou, um líquido espesso e espumoso escorreu dela, espalhando-se como teias de aranha. Ele enfiou o pênis de volta como se quisesse forçá-lo, e a bunda de Lizbeth se arqueou.
“Ah, oh…”
O jato de sêmen que escorreu se espalhou por suas nádegas como creme coalhado. Bieren ficou bastante satisfeito com aquela cena lasciva, apropriada para sua criada, cujo corpo parecia ser feito de açúcar e mel.
Essa lascívia deveria ter acontecido antes, antes que essa criatura lasciva pusesse os olhos em outro homem.
Bieren puxou o pênis até a ponta da glande e o enfiou com força.
“Ha, ah!”
Lizbeth soltou um grito agudo, incapaz de conter o tremor do corpo. Quando o pênis dele penetrou entre suas pernas no auge do clímax, ela não conseguiu manter a boca fechada. Lágrimas escorriam por suas bochechas como se uma represa tivesse se rompido. Bieren sentiu a sensação de aperto em seu baixo ventre, como se estivesse comprimindo seu pênis, e empurrou a cintura para trás. Nesse instante, ouviram a voz do jardineiro.
“Lizbeth? Você deixou as flores para trás.”
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