Capítulo 6: Na Carruagem a Caminho do Funeral ( Parte 3)
Sem perceber, Lizbeth exerceu mais força na parte inferior do abdômen. Mesmo que ele ainda não tivesse ejaculado dentro dela, seu corpo se contraía como se quisesse engoli-lo por inteiro. Lizbeth sabia o quanto ele ejacularia dentro dela. Era certo que ela deixaria um rastro de sêmen entre as coxas durante todo o cortejo fúnebre. Quando Lizbeth vislumbrou um futuro lascivo, ergueu a cabeça e implorou a Bieren.
“Mestre, por favor, não ejacule dentro, por favor…”
Sua excitação só aumentou ao ver a criada chorando e implorando. A ideia de ejacular em seu rosto banhado em lágrimas, enquanto ela suplicava para que ele não a engravidasse, apenas alimentava seu desejo. Ele se sentia um patrão perverso, roubando de Lizbeth, que tinha um amante. Não, talvez ele realmente fosse.
“Como ousa você, um mero servo, dizer ao seu senhor o que não fazer? Seu insolente!”
Ele grunhiu, penetrando com força, empurrando seu pênis ainda mais fundo nela. Ele saboreava a sensação do corpo dela cedendo a ele, sua carne se moldando à sua a cada estocada. Ele a abraçou com força, elevando os quadris ritmicamente.
“De qualquer forma, você não terá meus filhos. Vou garantir que você tome anticoncepcionais.”
“Ah… Mestre… oh…”
“Se você engravidasse, quanto tempo acha que eu conseguiria suportar sem te punir?”
Lizbeth gemeu quando a respiração de Bieren ficou ofegante, sentindo o membro dele pressionado contra ela. A ideia de entregar seu útero a outra pessoa era inaceitável. Seu útero deveria pertencer somente a ele. Ela deveria ser alguém que abriria as pernas sempre que ele quisesse e o deixaria possuí-la à vontade.
Assim como uma espada precisa de sua bainha, o cu precisa do cu.
Bieren estava satisfeito com a empregada que escolhera. Gostava do rosto dela, do corpo e da ingenuidade com que aceitava tudo o que lhe era imposto, mesmo que fosse grosseria, o suficiente para abalar o fato de ele nunca ter estado perto de uma mulher na vida. Talvez tivesse pedido a empregada de outro homem, e por isso se mostrara mais calmo ao explicar o propósito dela a Lizbeth.
“Esse é o seu propósito, Lizbeth.”
Lizbeth enrijeceu com a frieza das palavras dele que ressoaram em seus ouvidos. Ela esperava ter entendido errado. Seu coração se apertou ao perceber que não passava de um receptáculo para o pênis de seu mestre. Esta era apenas a segunda vez que Lizbeth se encontrava em uma carruagem tão confortável. A primeira fora quando a Duquesa a trouxera do orfanato. Uma carruagem tão confortável era reservada à nobreza. Como uma simples serva, ela existia ali como um mero apêndice de Bieren.
“Chegamos, meu senhor.”
Lizbeth mordeu o lábio com força ao ouvir a voz do cocheiro, sentindo um aperto involuntário no estômago, mas Bieren não demonstrava qualquer intenção de desistir de assediar a criada. Lizbeth implorou enquanto sentia o homem torcer seus mamilos com seu toque persistente.
“Ah… chegamos… ugh… ah…”
“Você ainda não cumpriu seu propósito. Implore para que eu goze dentro da sua xoxota.”
Ele murmurou enquanto acariciava os seios da criada sobre si. Lágrimas escorriam pelas bochechas de Lizbeth, manchadas de prazer. Ela esperava algo dele. Pensava que, cada vez que Bieren lhe demonstrava uma gentileza incomparável, isso a tornava especial para ele. Cada vez que ele acariciava sua pele e a levava ao clímax, ela esperava que ele confundisse aquilo com amor. Lizbeth mordeu o lábio com força, esperando que o cocheiro que aguardava do lado de fora ouvisse seus gemidos.
“Mestre… oh… ah…”
“Pressa.”
Ele a incentivou, erguendo seus quadris. Lizbeth odiava como seu corpo estava tão molhado de prazer pelo pênis dele, mesmo com o coração doendo. Ela se sentira como uma dama de companhia ducal naquela manhã, olhando para pessoas que sequer conseguiam encará-la, mas era apenas um jogo de fingimento para evitar se envolverem com ela, que agora ocupava uma posição de autoridade por ser favorecida pelo jovem lorde. Isso era resultado do contato de Lizbeth com Bieren, que estava em uma posição que ela jamais alcançaria. Mas ela não passava de uma serva para sua satisfação sexual, nem mesmo uma criada digna de gerar um filho dele.
“Devo sair assim, sem ejacular fora e te dar uma boa transa para clarear sua mente?”
Bieren zombou enquanto Lizbeth o encarava com os olhos marejados de lágrimas. Lizbeth finalmente percebeu o quão rudemente ele a havia tratado. Ela não era nada mais do que alguém que ele usava para tais propósitos, um objeto sexual. Mesmo assim, Lizbeth não sabia como conter essa emoção febril. Os braços fortes dele em volta de sua cintura eram uma sensação boa, e os lábios dele proferindo palavras obscenas também eram. Contudo, ela não conseguia fazer nada além de sufocar o sêmen dele, então implorou por misericórdia.
“Ah… por favor… Mestre…”
Lizbeth soluçava, jogando a cabeça para trás enquanto ele agarrava sua pélvis e a penetrava com força. Embora tentasse abafar os gritos com as palmas das mãos, gemidos reprimidos escapavam. A cada estocada profunda e persistente, parecia que o pênis dele alcançava sua garganta. Ele observou Lizbeth tremer com a mesma intensidade com que a carruagem balançava.
“Não seria nada mal ser um duque, espalhando meu sêmen entre as pernas da empregada antes do funeral do meu pai.”
A criada lasciva talvez até gostasse mais. Foi Lizbeth quem se excitou ao ver a mãe dele e o tratador, apertando o cós da calça enquanto os ouvia. Ele não sabia se também gostaria de ser observado, se ela estivesse toda molhada de sêmen. Só de pensar nisso, Bieren se sentiu desnecessariamente excitado. Lizbeth ouviu suas palavras e engoliu as lágrimas, seus lábios se entreabrindo instintivamente.
“Mestre, ah… dentro… por favor…”
Mestre. Ele era o mestre dela. Ele poderia tê-la despido completamente e jogado para fora da carruagem, e os outros a veriam apenas como uma serva que merecia ser repreendida pelo patrão e a encarariam com desprezo. Bieren a via apenas como um objeto de sua luxúria, e Lizbeth sabia que ele não a salvaria daquele tratamento, mesmo que ela implorasse. Só de pensar nisso, ela se sentia tão miserável que tinha vontade de chorar. Esperando que as palavras obscenas escapassem de seus lábios, ele continuou a empurrar os quadris com insistência.
“Dentro… de quê?”
“Mestre, goze… dentro… por favor…”
Lizbeth finalmente desabou em lágrimas, implorando desesperadamente. Ela não via a hora de acabar com aquilo, então murmurou as palavras lascivas. Sentindo-se envergonhada com a possibilidade de outros ouvirem lá fora, ela tremeu de prazer, apesar da vergonha. Vendo seu rosto banhado em lágrimas e tomado pela tristeza, Bieren ejaculou dentro dela. Ela estremeceu ao atingir o clímax com as estocadas implacáveis de seus quadris enquanto ele despejava seu sêmen dentro dela.
“Ah… ah…”
Ele olhou satisfeito para a empregada, cujo vestido se abriu revelando seus seios, enquanto seu membro atingia o clímax dentro dela. Incapaz de resistir às sensações avassaladoras, a empregada arqueou os quadris algumas vezes. Apesar de ela se apertar ao redor dele, ele não podia mais fazer os outros esperarem do lado de fora. Bieren retirou seu pênis encharcado de sêmen de dentro dela e fez uma pergunta.
“Não tenho onde me lavar agora, então onde você acha que eu deveria colocar para poder limpar meu pênis?”
“Ufa, eu… eu não sei…”
“Abra a boca.”
Ele sentou Lizbeth, que estava ofegante, de modo que ela ficasse encostada no encosto da carruagem e levou o pênis dele à boca. Lizbeth agarrou as coxas dele, abocanhando o pênis inchado com um suspiro, lutando para respirar. Embora o pênis de Bieren apenas tocasse o céu da boca dela, Lizbeth teve dificuldade em acomodá-lo, seus lábios tremendo de desconforto.
“Hum… hum…”
Com a expressão embargada pelas lágrimas, os lábios de Lizbeth tremiam enquanto ela se esforçava para se acomodar. A cada movimento dos lábios, um som úmido ecoava. Bieren adorava sentir a boca quente de sua empregada sobre ele enquanto gozava, e Lizbeth chupava seu pênis com avidez sempre que lutava para recuperar o fôlego. A cada estocada, seu pênis roçava no céu da boca e nas paredes internas dela. A cada roçar, ela estremecia.
“Eca, sua boca é tão estreita quanto sua xoxota. Vou ter que te ensinar a abri-la mais para conseguir chupar um pau direito.”
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